quinta-feira, 30 de junho de 2011
Baixinho ...
- até que só sobre chiados e arrepios aos fundos dos lençóis. As unhas afagam os corpos e induzem sentidos complexos demais a se explicar, desejosos demais a ponto de explodir. Olhares... Sentem e lembram de erros. Desgostosos e falhos na verdade. Mais do que serve a sinceridade? Essa não é essencial aqui e permanece distante diante do deleito. Esquece tua raiva, teus ciúmes e o anseio de saber se deve voltar, o erro predomina ali, mas quem vai parar? Deixe que teu ego se complete diante infinito amor, Ninguém aqui se preocupa com o que é certo a fazer e a fuga é a melhor parte do processo que se estende até o juntar de dois corpos. É o engano, é o estranho, insídia, profano prazer. Fogo que dói nos inocentes e arde nos pecadores. Não é nada mais que um egoísmo de possuir mais de um, entre colecionadores de corações... Não hábito, é apenas uma mera diversão.
domingo, 29 de maio de 2011
○ estrela '
E do céu a calmaria que reina brilha tanto quantos as estrelas
estas entreluzem, e só.
Talvez eu devesse ser como uma estrela
que não escolhe pra quem brilhar
só cintila.
Desta ninguém sente ciúmes, guarda rancor
ou mesmo se fia em poucos trapos de esperança.
Embora todos queiram ter uma guardada na caixinha
por fazerem-lhes admirar, somente atrai olhares
cativa os que a cerca.
De quantas estrelas o mundo se esconde?
Por que ele somente me permite ver poucas dentre incontáveis constelações do céu?
Meu telescópio serve pra irradiar as idéias
que de longe são nada sãs
e minha astronomia é um paralelo do infinito que não se vê
Meus sóis queimam de amores, banalidades e diversões
tolices minhas que sustentam meu ego anfitrião.
De todo o mal, eu não sou luz.
Entretanto me faço enxergar até nas vinhetas mais distantes
perceptível a olhos nús.
Sou a base do horizonte que adiante se dispersa em moinhos
a linha entre a terra e o eterno sem finito.
Sou palavras desordenadas e disseminadas no vão.
estas entreluzem, e só.
Talvez eu devesse ser como uma estrela
que não escolhe pra quem brilhar
só cintila.
Desta ninguém sente ciúmes, guarda rancor
ou mesmo se fia em poucos trapos de esperança.
Embora todos queiram ter uma guardada na caixinha
por fazerem-lhes admirar, somente atrai olhares
cativa os que a cerca.
De quantas estrelas o mundo se esconde?
Por que ele somente me permite ver poucas dentre incontáveis constelações do céu?
Meu telescópio serve pra irradiar as idéias
que de longe são nada sãs
e minha astronomia é um paralelo do infinito que não se vê
Meus sóis queimam de amores, banalidades e diversões
tolices minhas que sustentam meu ego anfitrião.
De todo o mal, eu não sou luz.
Entretanto me faço enxergar até nas vinhetas mais distantes
perceptível a olhos nús.
Sou a base do horizonte que adiante se dispersa em moinhos
a linha entre a terra e o eterno sem finito.
Sou palavras desordenadas e disseminadas no vão.
sábado, 14 de maio de 2011
♦ ah , menina '
Eu amo cada momento que envolve seu corpo e te faz passar horas e horas fazendo uma coisa qualquer.Sinto ciúmes da brisa que acaricia sua face e quase sempre te faz fechar os olhos e sorrir. Fora aquela Lua suntuosa, por qual você guarda grande amor e brilha olhares de admiração. Menina, se soubesse tudo que eu sinto por ti talvez até passasse a sentir também. Sinto inveja enorme daquele que domina seus pensamentos e o qual sempre te faz voltar atrás em suas decisões, queria poder chamar pelo menos uma dessas mil faces de minha e poderia dar-te a única minha a tapas por você também. Sonho, menina, com teus beijos, selos dos quais fecham temores e desamparam corações. Choro por te ver triste, distante ou deprimida, de um certo modo que sacoleja meu estômago por dentro, como quando te vejo com outro alguém e meu coração começa a apertar devagar para quase me sufocar mesmo que seja em câmera lenta. Quando passa seu perfume me leva embora como um vento que passa forte tirando parte do meu ser que se decai ao chão, em frente a você. Me dá amparo menina, me leva contigo por onde você for, me faz parte desse brilho nos teus olhos e faça-me te desejar cada dia mais. Ah, menina. Pare de brincar com este coração que já se tornou seu a tanto tempo, deixa que eu flutue contigo nestas nuvens que você diz serem de algodão perante um sonho, que deste, eu não quero jamais acordar.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
PsicAnálise de Insetos ,
(...) amargurada de pesadelos hoje acorda em meio a um sonho e se fixa nele como uma aranha numa teia, agarrando cada fio como se tecidos de esperança. Esta porém, tece, acolhe mas não receia bons sentimentos, suas linhas de cordas finas de feitio para prender não apenas uma pessoa em pensamento e sim todos aqueles que trouxerem com o mesmo uma asa de sentimento. Estes por sua vez voaram até ficarem presos nas minhas correntes de seda, ainda que consigam fugir e seguir sua rota, flutuaram de volta ao perceberem que há ainda um fio indesejado. A aranha desvencilha-se aos poucos de suas brincadeiras com a corda de dor mas pára pra observar e ainda sorri da borboleta que se contorce e esmorece com a idéia de jamais poder beijar outras flores e se fartar do doce néctar e do pólen dos jardins. A aranha não deveria, mas sente uma plena alegria em saber que alguém assistirá o entardecer com remorso e ainda grita aos prantos olhos que este é o sonho dela que se concretiza. Pobre criatura de asas coloridas que já não pode mais voar, apenas cria ilusões em poderio magistral, somente tenta encontrar em si mesma a saída que não se encontra ali . A teimosa aranha não deveria gostar disso tudo, mas caso o inferno a espere ela até gosta.
segunda-feira, 21 de março de 2011
'Precisar-te'
Gira intensamente um mundo de notícias, soluções e informações, e no pregoeiro do dia em meio a esse furacão de necessidades eu só penso em você. E as palavras fluem de mim, arrepiam a barriga e dão aquela sensação gostosa, inexplicável, inibida, nova, a sensação do 'precisar-te'. Tudo que há de mais perfeito, tem no fundo um 'precisar-te' em si. Igual a flor do campo sente quando é acariciada pela brisa e sente cócegas ao cair do orvalho de suas pétalas, assim como o pássaro ao notar-se livre em meio as enormes ondas do céu. Olvida-se muito, relembra-se pouco dos maus momentos que passou. E mesmo que não se saiba o motivo dessa possessão, alegra-se ao entregar-se tão profundamente. O 'precisar-te' sobe pela barriga e caminha até a nuca arrepiando até levantar cada fio, te envolve como um abraço e te acolhe quente como um cobertor. Sinta um frio que te aquece, te embrulha e te cerca essa vontade de nadar entre essas emoções que apresentam-lhe a sintaxe perfeita dos opostos em equilíbrio. O 'precisar-te' pode ser o atalho mais próximo para um conto de fadas, talvez mais perto que se chega ao paraíso, por estar dentro do perfeito, ainda que indeciso. É assim mesmo, incomum, contraditório e incoerente.
terça-feira, 8 de março de 2011
Ela e a Outra
Ela agrada à todos ao seu redor
A outra somente quem conhece bem
Ela ama infinitos inacabados
A outra tem infinitos muito reservados
Ela sente ainda mais
A outra tenta sentir somente o que lhe faz bem
Ela chora sempre
A outra engole cada lágrima a seco
Ela diz não se aguentar
A outra é segura demais pra poder chorar
Ela fala o que pensa
A outra pensa em segredo até
Ela pensa demais em amar
A outra ama demais somente por pensar
Ela aconselha bem
A outra poucos bons conselhos tem
Ela diz quase morrer de infelicidade
A outra mente muita felicidade
Ela diz precisar de mão que a ajudem a levantar
A outra se levanta por não poder mais esperar
Ela têm os pés ficados na realidade
A outra voa em sonhos sem verdade
Ela parece ter conseguido todo o amor que tanto esperava
A outra de tanto sonhar vai continuar sem aquele que tanto amava.
A outra somente quem conhece bemEla ama infinitos inacabados
A outra tem infinitos muito reservados
Ela sente ainda mais
A outra tenta sentir somente o que lhe faz bem
Ela chora sempre
A outra engole cada lágrima a seco
Ela diz não se aguentar
A outra é segura demais pra poder chorar
Ela fala o que pensa
A outra pensa em segredo até
Ela pensa demais em amar
A outra ama demais somente por pensar
Ela aconselha bem
A outra poucos bons conselhos tem
Ela diz quase morrer de infelicidade
A outra mente muita felicidade
Ela diz precisar de mão que a ajudem a levantar
A outra se levanta por não poder mais esperar
Ela têm os pés ficados na realidade
A outra voa em sonhos sem verdade
Ela parece ter conseguido todo o amor que tanto esperava
A outra de tanto sonhar vai continuar sem aquele que tanto amava.
Achei jogado na bagunça dos meus rascunhos ;D Tipo, de um ano atrás :s
sexta-feira, 4 de março de 2011
- De rua como lata.
- Eles se drogam e isso é errado! ><'
- Se eu passasse os frios que esses caras passam também iria querer ficar doidão...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Depois da meia noite '
As luzes da cidade trilham os caminhos eleitos. Clarões cegam mentes sãs. Todo o resto é esquecido junto abreu. Até mesmo aquela rosa, declaração e juras de amor eterno, esmorece aos poucos no escuro da grama. Depois da meia noite tudo no urbano perde seu encanto deixando as luzes cintilarem como magia de purpurinas. A sombra torna-se um nada... Durante a noite, na cidade o visual deixa de ser visível e passa a ser sentido... O sentidos não estão mais tão confiáveis assim, nosso norte passa a ser os sentimentos aliás como sempre deveria ser. A noite comporta em si um encanto obscuro e obstinado de poder, onde somos os donos no mundos, os grandes senhores do tempo quando o sol deixa vago o seu status de rei do universo. Podemos ser tudo, porque durante a noite não somos apenas nós... Somos o mundo em nós mesmos, felizes como nunca seríamos no cotidiano dilacerador de sentimentos e alma. Cinderela perde todo o seu encanto, a beleza de outrora. Loucos aparentam ainda mais insolentes, escondidos entre flash's e feixes de luz. Dos felinos ouvi-se apenas os sons e uivos à um luar escondido atrás de nuvens negras que se movem, vagarosamente, com o soprar das brisas noturnas. Somente as luzes da cidade destacam entre olhos admirados mas logo desfoca-se ao nascer do Sol. É quando se apagam e o mundo volta a aparecer. A flor largada ao chão amanhace sendo fonte de vida, a Cinderela acorda como pacata donzela, os loucos insolentes são agora vestígios de ressaca e aqueles que sentiram frio perante a noite tem mais que uma fagulha para esquentar.
E a cidade torna a ser cidade, não mais um jogo de luzes e prazer.
Agradecimentos à Regina, quem me auxiliou na montagem do texto E para o Adilson que cmpleta minhas paavras *-*
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
AFF' Cupidos ¬¬'
E em meio ao parque ele o encontra, prostrado abaixo da sombra como faz uma velha tartaruga.
- O que faz sentado logo no dia de verão? Não sabe que há muitos corações que procuram seus opostos nesses dias?
ele se cala instantaneamente, graças a um grupo de pessoas que estão passando na hora. Ato desnecessário, pois nenhum habitante da Terra pode vê-los ou sequer ouvi-los. Ainda assim, murmurou:
- Você sabe o caos que seria se acaso dois corações semelhantes se apaixonam? Você deve flechar os opostos antes que aconteça de dois corações parecidos se encontrem e briguem entre si!
- Eu tentei mestre cupido, mas sempre sobra uma pessoa. Não entendo porque sempre que flecho pessoas choram. Acho que não nasci para esse trabalho!
Fitando o cupido com seus olhos, o mestre encheu de raiva ao ver as flechar que estavam guardadas em sua bainha.
- Cupido estúpido! Não vê que tuas flechas estão tortas?! Assim elas darão voltam em vários corações até cessar sua força!
- Eu bati minhas asas em um pombo quando descia a terra e caí de lá de cima...
O receoso cupido abaixa a cabeça e chora.
- Quantas pessoas você já flechou com estas malignas errantes?
E o cupido torna a chorar, desta vez mais alto e profundo, chegando a soluçar. O mestre vendo o tamanho de seu erro olha nos teus olhos e cita com firmeza:
-Vai. E repara teu erro. Junte os casais certos e ao restante que foi atingido sem necessidade por tua ignorância, faça mais. Apresente a eles o tempo, mostre-lhes outras pessoas e ainda que elas não queiram enxergar a vida como realmente é, não desista delas. O erro foi teu!
E ele foi, começou seu trabalho e até hoje luta para reparar o erro que causou em tantos pequeninos que pulsam em vão.
Lacinhos#
De alguma maneira ...
não se quis magoar ninguém. Não foi tentativa de vingança ou nem sequer uma maneira de demonstrar uma superioridade que nunca existiu. É só uma tentativa de ser feliz, essa é a única maneira da menina de fazê-lo. E ela trará consigo lágrimas de outros, mudanças mútuas dos dois amados, ofensas que não precisava escutar mas que não importa porque a única coisa que lhe importa hoje a abraça e diz que a ama quando ela necessita de um apelo. E ela precisava sim, mas do que qualquer um de um abraço reconfortado, de alguém que a corrija, que a entenda, que saiba toda a verdade, que mostre a ela o certo e a entenda e perdoe quando lhe fizer errado. A garota desta fase tentou muitas vezes entender, porque uma pessoa quando ri proporcionalmente outra chora. Essa subordinação do amor não deveria existir quando o cupido faz poder em terra. É relativo que a felicidade se faça existente em poucos corações e isso não chega a ser certo havendo tantos solitários por aí...
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